segunda-feira, 22 de abril de 2019

Mato Grosso - Cuiabá, Nobres e Chapada dos Guimarães

Cuiabá


Fui trabalhar em Cuiabá por um mês inteiro e aproveitei dois finais de semana para viajar pela região com minha família.
Meu marido e minha filha chegaram numa manhã de sexta-feira. Alugamos um carro e almoçamos juntos. Eu fui pro trabalho enquanto eles foram descansar no hotel. 
De noite, fomos conhecer o  Parque das Águas. Muito bonito, com uma pista de caminhada, ocorre toda noite show de água e som. Muito lindo!!
Jantamos na Peixaria Okada. Comemos uma piraputanga recheada com farofa de couve. Simplesmente maravilhoso esse peixe!






Após o final de semana em Nobres, almoçamos na Peixaria Lélis. Pegamos o rodízio. O custo é relativamente alto, mas vale a pena experimentar!


Nobres - Bom Jardim


No primeiro final de semana fomos a Nobres. Na verdade, fomos ao vilarejo de Bom Jardim, que apesar de pertencer a Nobres, fica distante do centro da cidade, sendo preferível ir direto ao vilarejo, pois é muito mais perto.
Alugamos um carro e saímos sábado bem cedinho. Fomos pelo waze até o endereço da pousada e chegamos lá sem qualquer transtorno.
Chegando lá, fizemos check in, fechamos os passeios na própria pousada e fomos almoçar. Almoçamos num restaurante de comida caseira. A comida era muito boa e barata.
A cidade é bem simples, sem grande estrutura, mas muito mais barata que a Chapada dos Guimarães. Tem uma rua asfaltada e o resto em estrada de chão. Todos os passeios passam por estrada de chão, sendo alguns um pouco distante. Fomos de carro 1.0 sem problemas, mas graças a Deus não choveu durante o dia. Em Nobres, a gente vai por conta própria à entrada dos locais turísticos e somente lá tem guia ou indicação do que fazer. Mas não nos perdemos, apesar de não haver sinal de internet na região. Aliás, internet só nos hotéis.
De noite, só tinha um restaurante aberto.


Rio Triste


Nosso primeiro passeio foi uma flutuação no Rio Triste. Muito legal e cheio de aventura! O rio é muito cristalino e dá pra gente ver o fundo do rio.
Foi a primeira flutuação da minha pequena e ela adorou a experiência. Conseguimos ver raia e muitos peixes. O passeio é curto mas muito interessante e divertido.







Na volta, nos deparamos com filhotes de coruja. Muito legal esse contato direto com a natureza!


Duto do Quebó


No domingo, começamos nosso passeio pelo Duto do Quebó. Trata-se de um passeio de boia cross em que atravessamos uma gruta, cheia de morcegos. Muita aventura e diversão!
Pena que na gruta estava escuro e não conseguimos fotos ou filmagens que valessem a pena. Mas levaremos nas lembranças essa experiência.






Refúgio



Na parte da tarde, fomos ao Refúgio, já que a Cachoeira Serra Azul estava fechada para um evento privado  e não conseguimos agendar.
É um lugar bonito, simples, com águas cristalinas e com uma tirolesa que torna a ida bem divertida, especialmente para as crianças.





Lagoa das araras



Fechando o dia, fomos à Lagoa das Araras. Pena que estava chovendo e não vimos o sol se por, mas deu para ver as inúmeras araras voando e fazendo um show à parte.




Chapada dos Guimarães


No final de semana seguinte fomos à Chapada dos Guimarães. Estive lá em 2003 e muita coisa mudou na cidade. Mas a vista continua de tirar o fôlego!
Na Chapada dos Guimarães, você precisa de guia para a grande maioria dos passeios, sendo que muitos demandam carro 4x4. Como só tínhamos 2 dias, tivemos que escolher dois roteiros, ficando muita coisa por visitar ainda...

1º Dia:

Cachoeira do Marimbondo


Consegui chegar na Chapada na tarde de sexta-feira e fomos tomar uma banho na Cachoeira do Marimbondo, seguindo conselho do dono da Pousada em que ficamos. Fomos por conta própria. Pagamos o valor do ingresso e demos uma refrescada. É uma cachoeira gostosa, com um lago bom para tomar banho, sem correnteza.



Véu da Noiva


Cartão postal da Chapada dos Guimarães, o mirante da cachoeira do véu da noiva é acessível por meio de uma pequena trilha. A entrada é gratuita e tem estacionamento na entrada do parque. A vista é deslumbrante e o tamanho da queda impressiona: 86 metros de pura beleza!




2º Dia: Aroe Jari


Fomos direto ao Complexo de cavernas aroe jari  e fechamos o passeio com um guia da propriedade, pois saía muito mais barato.  Eu combinei antes pelo facebook da Aroe Jari.
Foi uma excelente opção. Adoramos a guia, que ficou apenas à nossa disposição.
Eles fornecem lanternas e no final do passeio tem um almoço maravilhoso!
Detalhe importante: fechamos o pacote para ir e voltar com transporte. Mas, quando descobrimos que apenas a pé se pode ver uma das cavernas, cuja foto é a mais famosa do complexo, pedimos para fazer um dos trechos a pé e optamos por ir de veículo e voltar a pé.

Cachoeira do Relógio e Ponte de Pedra


Começamos o passeio pela trilha da ponte de pedra e pela Cachoeira do Relógio, para aguardamos o próximo transporte. Curtimos o passeio pelo cerrado e vimos as diversas formações rochosas, valendo destacar a pedra em formato de coração e a ponte de pedra.
A Cachoeira do Relógio tem esse nome por conta de uma pedra que parece o ponteiro de um relógio, sendo que não dá para mergulhar, mas a queda é muito gostosa. Terminou sendo muito bom começar pela cachoeira, pois ficamos fresquinhas durante o percurso das cavernas.



Ponte de pedra


Ida para as cavernas


Pegamos o veículo até a trilha para as cavernas. Na trilha, paramos em alguns abrigos (de pedra) e vimos a vegetação nativa.




Pedra do equilíbrio (à esq.)


Na trilha, passamos por 3 cavernas e a lagoa azul. No meio da mata também passamos por algumas pontes. Segue vídeo de uma dessas pontes.





Caverna Pobe Jari


A primeira caverna que visitamos é a Pobe Jari. Ela é enorme e composta por diversas galerias. No final, apagamos as lanternas e não havia nenhuma fresta de luz: um breu total. Fiquei admirada com o tamanho dessa caverna.


Caverna Kiogo Brado


A segunda caverna que visitamos foi a Kiogo Brado. Na entrada, havia uma enormidade de periquitos e a atravessamos em linha reta, como se fosse um túnel, entrando por um lado e saindo pelo outro. Ela é formada por paredões muito altos. Impressionante!!




Lagoa Azul


Chegamos na Lagoa Azul, com sua exuberância e coloração azul turquesa.




Caverna Aroe Jari


Finalizando o passeio fomos na Aroe Jari, sendo que, apenas quando se vai ou volta a pé, se entra por essa boca enorme (foto maior). Se fôssemos e voltássemos de veículos apenas iríamos na entrada maior. No passeio, se visita as duas entradas e não é possível atravessar toda a caverna, que tem mais de 1.500m de extensão, em razão do nível de água dentro da caverna.


Na volta, pegamos chuva na trilha. Então, é conveniente levar alguma bolsa plástica para colocar a mochila com eletrônicos para o caso de chuva. Encerramos o passeio com um almoço maravilhoso, tipo buffet.


2º Dia: Poço das Antas + Rio Verde + Cidade de pedra


No nosso segundo dia na Chapada dos Guimarães, optamos por um passeio que precisa de veículo 4x4. Contratamos o guia, que nos buscou na pousada.

Crista do Galo


Começamos nosso dia indo ver a crista do galo, formação rochosa que lembra a crista de um galo. A vista da Chapada é lindíssima.


Poço das Antas e Rio Claro


Continuamos o passeio indo ao Poço das Antas. Tomamos banho junto a inúmeros peixinhos, nesse local muito gostoso, com água cristalina.



Depois fomos ao Rio Verde, onde fizemos flutuação. O trajeto é muito divertido, com muita emoção, pois o rio tem mais troncos do que a flutuação que fizemos em Nobres. 


Cidade de Pedras


Fechamos o dia indo à cidade de pedras. A gente percorre uma pequena trilha e chega a alguns mirantes, onde se pode observar toda a beleza da Chapada dos Guimarães. Fascinante e rende lindas fotos!







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